De acordo com o relatório de actividade do quarto trimestre de 2025, o resultado líquido foi calculado em AOA 230,06 mil milhões (US$ 252,18 milhões), atingindo um crescimento de 11,8% face os AOA 205,82 mil milhões (US$ 225,48 milhões) registados no igual período de 2024.
Sob liderança do banqueiro Luís Roberto Gonçalves, a entidade bancária justifica que o desempenho do lucro “resulta da evolução positiva da margem financeira que aumentou 17% e da margem complementar (+15%), sustentados por uma gestão rigorosa do balanço e das fontes de rendimento”.
No quarto trimestre de 2025, o total do activo do banco ficou avaliado num montante de AOA 4,28 biliões (US$ 4,69 mil milhões), um avanço de 10,9% contra os AOA 3,86 biliões (US$ 4,23 mil milhões) do igual período homólogo, impactado maioritariamente pelo aumento de 11,9% da principal linha de negócio, investimentos em Títulos e Valores Mobiliários que saiu de AOA 1,61 biliões (US$ 1,78 mil milhões) em 2024 para AOA 1,80 biliões (US$ 1,98 mil milhões) em 2025.
A participação dos investimentos em Títulos e Valores Mobiliários teve um peso de 42,2% sobre o total do activo, de acordo com o documento divulgado pela entidade.
Na outra linha de negócio, o BFA investiu em crédito a cliente uma cifra de AOA 892,11 mil milhões (US$ 977,88 milhões), correspondendo a uma alta de 22,1%, acima dos AOA 730,41 mil milhões (US$ 800,11 milhões) do período anterior, representando uma participação de 20,8% na estrutura do activo total.
O passivo seguiu o mesmo percurso do activo, subindo 9,3%, ao sair de AOA 3,17 mil milhões (US$ 3,47 milhões) em 2024 para AOA 3,46 biliões (US$ 3,79 mil milhões) em 4T2025, muito influenciado absolutamente pelos recursos de clientes que representam um peso de 92,7% sobre a estrutura do passivo.
Entretanto, os sócios aumentaram os fundos próprios em 18,4% para AOA 816,74 mil milhões (US$ 895,27milhões) de 1 de Janeiro a 31 de Dezembro do ano passado.
