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Carlos Almeida é o novo PCA da Sta Seguros

Alexandre Lourenço

28 Janeiro, 2026 - 09:17

Alexandre Lourenço

28 Janeiro, 2026 - 09:17

‎O novo presidente do conselho de administração da companhia de seguros conta com uma vasta experiência no sector segurador com passagens na Fidelidade, Viva Seguros e SanlamAllianz Angola

‎Carlos Graça de Almeida assumiu a presidência do Conselho de Administração da Sociedade Transnacional Angolana de Seguros (STAS), em substituição de Leandro Sousa, que assumira as funções em Fevereiro de 2025. A indicação já foi aprovada pela Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG).

‎Especialista em direito tributário, conta com uma trajectória transversal no sector segurador, iniciada na Fidelidade Seguros, onde actuou como técnico jurídico e adjunto de direcção de sinistros. Mais recentemente, consolidou a sua experiência de gestão como administrador executivo na Viva Seguros e como presidente do Conselho Fiscal na SanlamAllianz Angola. Uma experiência que se estende no acompanhamento regulatório de seguradoras com operações estruturadas em Angola, Portugal e Espanha, além da assessoria jurídica de fundos de capital de risco.

‎Além da vertente corporativa, Carlos Almeida possui um histórico de serviço público como consultor da secretária de Estado para o Ordenamento do Território, afecto ao Ministério da Administração do Território (MAT) e uma carreira dedicada ao ensino superior.

‎A nova configuração da administração da seguradora é integrada por Leandro Sousa, ex-presidente, e Mauro Santos, ambos administradores executivos. O O Telegrama sabe, ainda, que se avizinha, nos próximos dias, outras mexidas na administração.

‎Recorde-se que, desde o ano passado, a seguradora está numa fase de reestruturação na sua liderança com “objectivo de fortalecer a presença da seguradora no sector e aumentar a proximidade com clientes e parceiros, garantindo um serviço mais ágil e inovador”.

‎No ano passado, por exemplo, a seguradora realizou um aumento do capital social, passando de AOA 2,50 mil milhões (US$ 2,7 milhões) para AOA 3,50 mil milhões (US$ 3,8 milhões) de capitais mínimos exigidos pelo regulador para operar no ramo Vida e Não Vida.

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Alexandre Lourenço

Editor de Seguros & Empresas

Alexandre é jornalista com mais de uma década de experiência. Integra, actualmente, a equipa editorial da revista O Telegrama como Editor de Seguros & Empresas, dedicando-se à cobertura de temas ligados ao ambiente empresarial, com especial enfoque no sector segurador. Foi repórter sénior do Novo Jornal e do económico Expansão. Licenciado em Ensino da Língua Portuguesa pelo Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED), possui, ainda, formação Técnica Comercial em Seguros pela Academia de Seguros e Fundos de Pensões, além de formação em Jornalismo, Boa Governação e Transparência Fiscal pela USAID-Angola.

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