Finanças & Wall Street

BCS mantém rentabilidade e tem histórico acima de US$ 27 milhões no 4T2025 ‎

José Praia

18 Fevereiro, 2026 - 13:39

José Praia

18 Fevereiro, 2026 - 13:39

‎O Banco de Crédito do Sul (BCS) manteve o lucro histórico recorrente que se vinha observando desde o exercício económico de 2024, ao fechar o exercício económico actual com uma expansão de AOA 2,53 mil milhões (US$ 2,79 milhões) em termos absolutos. A exemplo do exercício anterior, os indicadores actuais mostram um banco com capacidade de financiamento, robustez e com foco na diversidade da oferta

‎O lucro do BCS cresceu em linha com as expectativas do mercado financeiro, num período em que a maioria das instituições bancárias têm vindo a reportar resultados nunca antes alcançados. AOA 25,13 mil milhões, equivalente a US$ 27,54 milhões, foi o resultado alcançado pela equipa do banqueiro Rafael Kapose, reportando um avanço de 11,22% (AOA 2,53 mM/US$ 2,79 milhões) contra os anterior AOA 22,59 mil milhões (US$ 24,75 milhões) registado em 2024.

‎Relativamente ao activo, este também registou crescimento, com uma subida de 42,14%, fixando-se em AOA 566,15 mil milhões (US$ 620,57 milhões), face aos AOA 398,32 mil milhões (US$ 436,37 milhões) do igual período do ano anterior.

‎Em 2024, por exemplo, o activo total do banco teve um crescimento de 43%, os recursos de clientes tiveram um aumento de 15,70% e o produto bancário apresentou uma evolução de 148%, indicadores reveladores da capacidade de financiamento, a robustez e a diversidade da oferta no mercado.

‎Em linha com o crescimento histórico do lucro, este ano o banco com sede no Complexo Garden Towers também reportou um avanço de 38,63% na principal linha de negócio, os investimentos em títulos e valores mobiliários, que atingiram os AOA 263,85 mil milhões (US$ 289,22 milhões), muito acima dos AOA 190,33 mil milhões (US$ 208,51 milhões) registados em 2024. Estes investimentos tiveram um peso de 46,60% sobre o total do activo.

‎Outra linha de negócio que impactou ligeiramente o activo foi o crédito a clientes, que cresceu 3,67% para AOA 88,89 mil milhões (US$ 97,45 milhões). No exercício económico de 2024, de acordo com o seu Relatório e Contas, o crédito teve um peso de 15,70% na estrutura do activo, tendo sido calculado em AOA 85,75 mil milhões (US$ 93,94 milhões).

‎Quanto ao passivo, o BCS expandiu 50,39% para AOA 487,97 mil milhões (US$ 534,89 milhões), superando os AOA 324,47 mil milhões (US$ 355,46 milhões) contabilizados no período anterior.

‎A dívida a terceiros foi fortemente impactada pelos recursos de clientes e outros empréstimos, que subiram 51,82% para AOA 378,35 mil milhões (US$ 414,72 milhões), uma alta de 77,53% do passivo total.

‎Ao fechar 2025, os accionistas decidiram realizar um ligeiro aumento nos fundos próprios, que saiu de AOA 51,26 mil milhões (US$ 56,15 milhões) para AOA 53,05 mil milhões (US$ 58,15 milhões) no fecho do exercício económico de 2025, um aumento de 3,49%.

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