O lucro do BCS cresceu em linha com as expectativas do mercado financeiro, num período em que a maioria das instituições bancárias têm vindo a reportar resultados nunca antes alcançados. AOA 25,13 mil milhões, equivalente a US$ 27,54 milhões, foi o resultado alcançado pela equipa do banqueiro Rafael Kapose, reportando um avanço de 11,22% (AOA 2,53 mM/US$ 2,79 milhões) contra os anterior AOA 22,59 mil milhões (US$ 24,75 milhões) registado em 2024.
Relativamente ao activo, este também registou crescimento, com uma subida de 42,14%, fixando-se em AOA 566,15 mil milhões (US$ 620,57 milhões), face aos AOA 398,32 mil milhões (US$ 436,37 milhões) do igual período do ano anterior.
Em 2024, por exemplo, o activo total do banco teve um crescimento de 43%, os recursos de clientes tiveram um aumento de 15,70% e o produto bancário apresentou uma evolução de 148%, indicadores reveladores da capacidade de financiamento, a robustez e a diversidade da oferta no mercado.
Em linha com o crescimento histórico do lucro, este ano o banco com sede no Complexo Garden Towers também reportou um avanço de 38,63% na principal linha de negócio, os investimentos em títulos e valores mobiliários, que atingiram os AOA 263,85 mil milhões (US$ 289,22 milhões), muito acima dos AOA 190,33 mil milhões (US$ 208,51 milhões) registados em 2024. Estes investimentos tiveram um peso de 46,60% sobre o total do activo.
Outra linha de negócio que impactou ligeiramente o activo foi o crédito a clientes, que cresceu 3,67% para AOA 88,89 mil milhões (US$ 97,45 milhões). No exercício económico de 2024, de acordo com o seu Relatório e Contas, o crédito teve um peso de 15,70% na estrutura do activo, tendo sido calculado em AOA 85,75 mil milhões (US$ 93,94 milhões).
Quanto ao passivo, o BCS expandiu 50,39% para AOA 487,97 mil milhões (US$ 534,89 milhões), superando os AOA 324,47 mil milhões (US$ 355,46 milhões) contabilizados no período anterior.
A dívida a terceiros foi fortemente impactada pelos recursos de clientes e outros empréstimos, que subiram 51,82% para AOA 378,35 mil milhões (US$ 414,72 milhões), uma alta de 77,53% do passivo total.
Ao fechar 2025, os accionistas decidiram realizar um ligeiro aumento nos fundos próprios, que saiu de AOA 51,26 mil milhões (US$ 56,15 milhões) para AOA 53,05 mil milhões (US$ 58,15 milhões) no fecho do exercício económico de 2025, um aumento de 3,49%.
