De acordo com Efrahim Hilf, representante da AAPA, actualmente, as províncias do Bengo, com seis empresas em funcionamento, Icolo e Bengo, com cinco, Lunda-Norte e Moxico, com 1 aviário cada, respectivamente, além de Luanda, são as que alimentam o mercado com a produção nacional.
Défice estruturais como a escassez de ração, dificuldades no acesso ao crédito e moeda externa, infra-estruturas logísticas e energia eléctrica, são apenas alguns que, segundo disse, devem ser ultrapassados. E nada será feito sem o envolvimento das autoridades estatais.
Outra preocupação manifestada por Efrahim Hilf tem que ver com a inconformidade dos dados estatísticos entre o Governo e dos produtores, o que ficou evidente na conferência.
A confecção sobre o Desenvolvimento do Sector Avícola visou promover uma acção conjunta para o sector e enquadra-se na visão estratégica do Fundo Soberano de Angola, aprovado em Março de 2024, pela Comissão Económica do Conselho de Ministros.