De acordo com a instituição responsável pelas estatísticas nacionais, em termos homólogos, a taxa fixou-se em 10,82%, representando uma redução de 8,78 pontos percentuais (p.p.) comparativamente ao mesmo período de 2025.
No detalhe da estrutura do IPMC, divulgado pelo INE, os dados de Janeiro indicam uma dinâmica diferenciada entre as principais classes de materiais, com pressões concentradas em segmentos específicos da cadeia produtiva.
Em relação à evolução sectorial dos preços, os dados divulgados pelo INE indicam que as maiores variações, em Janeiro, se concentraram nos Cimentos e Aglomerantes, que registaram um aumento de 1,04%. O Alumínio surge na segunda posição, com uma variação de 0,50%, igualmente acima da média mensal do índice.
Entre os grupos que apresentaram menores variações de preços em Janeiro, destacam-se Outros Produtos Sintéticos, Blocos e Areia, todos com um aumento residual de 0,01%. Também a Pedra Britada e Mármore evidenciaram uma variação contida, de 0,02%, enquanto Madeira e Contraplacado e Vidros e Artigos de Vidro registaram acréscimos ligeiros de 0,03% cada.
Na decomposição da variação mensal do IPMC, o INE destaca que as principais pressões inflacionistas, em Janeiro, estiveram concentradas em cinco (5) grupos de materiais do sector.
Os Cimentos e Aglomerantes lideraram a contribuição para o índice, com 0,33 p.p. Seguiu-se o Aço, com uma participação de 0,06 p.p. O Alumínio contribuiu com 0,04 p.p., enquanto o Betão Pronto e as Tubagens e Acessórios de Plástico registaram contribuições mais moderadas, de 0,01 p.p. cada.
