De acordo com a instituição responsável pelas estatísticas nacionais, em termos homólogos, a taxa fixou-se em 9,79%, representando uma redução de 8,70 pontos percentuais (p.p.), comparativamente ao mesmo período de 2025.
Em relação à evolução sectorial dos preços, os dados indicam que as maiores variações, em Fevereiro, se concentraram nos Cimentos e Aglomerantes, que registaram um aumento de 0,70%. O Alumínio surge na segunda posição, com uma variação de 0,65%, igualmente acima da média mensal do índice e Betão pronto (0,45%).
Entre os grupos que apresentaram menores variações de preços em Fevereiro, destacam-se Outros Produtos Sintéticos e Areia, com variação de 0,02% cada. Também a Pedra Britada e Mármore Vidros e Artigos de Vidro tiveram uma variação de 0,04%.
Na decomposição da variação mensal do IPMC, o INE destaca que as principais pressões inflacionistas, em Janeiro, estiveram concentradas em cinco (5) grupos de materiais do sector.
Os Cimentos e Aglomerantes lideraram a contribuição para o índice, com 0,22 p.p. Seguiu-se o Aço, com uma participação de 0,07 p.p. O Alumínio contribuiu com 0,05 p.p., enquanto o Betão Pronto e as Tubagens e Acessórios de Plástico registaram contribuições mais moderadas, de 0,01 p.p. cada.