A Ordem dos Engenheiros de Angola (OEA) e a Carmon, uma empresa de construção civil e obras públicas, celebraram no início da tarde de ontem, 05, um protocolo de cooperação para facilitar o acesso dos profissionais do sector ao mercado de trabalho.
Além de facilitar o percurso profissional dos engenheiros e técnicos que estejam a entrar agora para o sector, o acordo, que admite a Carmon como membro colectivo da Ordem, tem também como objectivo “contribuir para o desenvolvimento e promoção da engenharia nas suas vertentes técnicas e científicas”, visando fomentar a “inovação e a pesquisa sustentável”.
Para Roberto Queta, porta-voz da companhia, o “protocolo firmado dá acesso” a Carmon a uma “rede de profissionais qualificados e certificados” com “competências específicas”, tendo em conta as necessidades da empresa.
“Adicionalmente, há oportunidades para networking com outros membros e parceiros da Ordem e criando condições para haver colaborações estratégicas, troca de experiências e potenciais parcerias de negócios”, sublinhou o responsável.
De referir que, em Outubro de 2023, foi à Carmon a quem o Governo confiou a reabilitação de um troço na Estrada Nacional (EN) 230, que liga Catete a Maria Teresa, numa empreitada de 53 quilómetros, avaliada em 32 milhões de dólares.
A companhia tem igualmente impressões digitais na construção dos viadutos das centralidades do Kilamba, do Zango e do Cazenga, assim como a reabilitação de estrada da Bocoio/Chila/Atome, na província de Benguela, e várias empreitadas nas provincial do Bengo, Bié, Lunda Sul e Namibe.
Ainda no âmbito do protocolo celebrado com a Ordem dos Engenheiros, as partes comprometem-se a manter uma comunicação aberta e detalhada, sendo que serão designados representantes para monitorar o acordo e serão realizadas, anualmente, conferências institucionais para avaliar os resultados e promover as melhores práticas no exercício da actividade.
A Carmon, de acordo com a informação constante no seu website, define-se como uma empresa 100% angolana, criada para actuar no sector da construção civil e obras públicas. Tem apostado na formação contínua de quadros angolanos, no desenvolvimento da política de sustentabilidade e responsabilidade social.
