Finanças & Wall Street

Millennium Atlântico tem maior lucro desde 2020

Bernardo Bunga

14 Fevereiro, 2026 - 18:36

Bernardo Bunga

14 Fevereiro, 2026 - 18:36

O Banco Millennium Atlântico teve lucro líquido de AOA 22,04 mil milhões (US$ 24,16 milhões), uma alta de 31,04% em relação a 2024 e o maior resultado desde 2020, quando a pandemia derrubou em mais de 48% os lucros do banco, ao sair de AOA 30,4 mil milhões (US$ US$ 63,82 milhões) em 2019 para AOA 15,6 mil milhões (US$ 24,01 milhões) no primeiro ano de covid 19 em que a economia mundial foi abanada

‎Com um resultado que cresceu 31,04%, ao sair de AOA 16,82 mil milhões (US$ 18,44 milhões) em 2024, para os actuais AOA 22,04 mil milhões (US$ 24,16 milhões), o Banco Millennium Atlântico não apenas dá sinais de recuperação gradual da sua performance financeira enquanto um dos principais bancos angolanos, como também acaba de reportar o seu maior resultado dos últimos 5 anos.

‎Na mesma dinâmica de crescimento, seguiu a componente do património, com o activo a fixar-se em AOA 2,35 biliões (US$ 2,58 mil milhões), evidenciando um aumento de 17,36% comparativamente aos AOA 2,00 biliões (US$ 2,19 mil milhões) apurados em 2024. Um crescimento sustentado pelo reforço da carteira de títulos e pela expansão do crédito a clientes.

O passivo está avaliado em AOA 2,10 biliões (US$ 2,30 mil milhões)

‎No quarto trimestre do ano findo, de acordo com o balancete, a gestão de Isabel Espírito Santo calculou a carteira de títulos e valores mobiliários em AOA 932,99 mil milhões (US$ 1,02 mil milhões), o que significou um avanço de 21,07% contra o montante aplicado no período homólogo, que se fixara em AOA 770,61 mil milhões (US$ 844,97 milhões). Da leitura do documento contábil as aplicações em títulos e valores mobiliários representaram 39,72% do total do activo.

‎O portfólio de crédito a clientes somou AOA 566,45 mil milhões (US$ 620,91 milhões). O valor representa uma alta de 16,69% em relação ao exercício económico de 2024, representando um peso de 24,11% do activo total.

‎Em relação às obrigações com terceiros, o passivo totalizou AOA 2,10 biliões (US$ 2,30 mil milhões), um acréscimo de 18,38% face ao reportado em 2024, que se fixara em AOA 1,77 biliões (US$ 1,94 mil milhões). Os recursos de clientes continuam a assumir um papel determinante, tendo atingido AOA 2,05 biliões (US$ 2,25 mil milhões), crescendo 20,76% em termos homólogos e representando 97,99% do passivo total.

‎Os fundos próprios, os bens dos accionistas colocados à disposição do banco, reflectiram um crescimento de 7,85%, saindo de AOA 214,27 mil milhões (US$ 234,95 milhões) para AOA 231,10 mil milhões (US$ 253,32 milhões).

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