“Ao viabilizarem coberturas ajustadas a trabalhadores informais, pequenos agricultores, micro e pequenas empresas, os microsseguros, promovem inclusão financeira efectiva e contribuem para a redução da vulnerabilidade económica das famílias. Ao mitigar choques individuais, reduzem-se também potenciais impactos sistémicos e pressões indirectas sobre o Orçamento do Estado”, Ottoniel dos Santos.
Por outro lado, o responsável das Finanças e do Tesouro sublinhou que a articulação entre o sector bancário e o segurador, em coordenação harmonizada com o Banco Nacional de Angola, amplia a capacidade distributiva, promove inovação de produtos e reforça a integração do sistema financeiro. “Um sistema financeiro articulado é, necessariamente, um sistema mais resiliente”, disse.
O governante acrescentou, por outro lado, que o facto de microsseguros ser desenhado especificamente para a população de baixa renda, significa que os mesmos “oferecem protecção contra riscos relacionados à saúde, morte, perdas agrícolas com prémios acessíveis, evitando que um imprevisto leve a família à pobreza extrema enquanto bancassurance, que é a venda de seguros através de balcões bancários”, facilitando o acesso de famílias em zonas remotas a produtos de protecção financeira.
