Finanças & Wall Street

Mirian Ferreira é a nova PCA da Recredit 

Nelson Francisco Sul

6 Fevereiro, 2026 - 09:41

Nelson Francisco Sul

6 Fevereiro, 2026 - 09:41

A ministra das Finanças acaba de indicar Mirian Estrela Mendes Custódio Ferreira como a nova presidente da Recredit- Gestão de Activos. A decisão surge na sequência da saída de Valter Rui Dias de Barros. O board da entidade será integrado por dois novos administradores executivos, Tiago Figueira e Avelino João Kiampuku, soube o O Telegrama

Mirian Ferreira é a primeira mulher a ocupar o cargo de liderança da sociedade gestora dos activos tóxicos do banco comercial estatal, o BPC. É membro do Conselho de Administração desde 2021, onde, até a presente data, ocupava o posto de Administradora Executiva.

‎Licenciada em Contabilidade e Finanças, pelo Instituto Politécnico de Setúbal, Portugal, a nova presidente do Conselho de Administração tem uma vasta experiência de liderança no sector financeiro público e privado, com passagens nos órgãos de administração e fiscal.

Começou a trabalhar em Portugal, onde, entre 2002 a 2011, foi chefe do departamento de Contabilidade de uma firma local. Na sua mudança para Angola, ingressou na Nestlé Angola, assumindo a posição de Contabilista Sénior e, mais tarde, chefe do departamento de contabilidade.

Em 2017, torna-se consultora executiva do Ministério das Finanças, ao mesmo tempo que desempenhava o cargo de Presidente do Conselho Fiscal do Fundo de Garantia de Crédito (FGC).‎

‎Foi, ainda, directora Nacional do Tesouro do Estado, cargo que exerceu durante um período de 3 anos, entre Janeiro de 2018 a Janeiro de 2021. Desde 2022 que preside o Conselho Fiscal da Agência Nacional dos Recursos Minerais de Angola.

Criada em 2016, inicialmente para gerir o crédito malparado do Banco de Poupança e Crédito, mas que, mais tarde, viu a sua acção alargar a toda banca nacional, a entidade teve como primeiro presidente Vicente Jerónimo Dionísio Leitão, que dirigiu a instituição entre 2017 e 2019. O seu sucessor, Valter Barros, dirigiu o organismo durante 6 anos, tendo cessado funções para seguir um novo desafio no sector financeiro, segundo informações apuradas pelo O Telegrama.

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