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Governador do BNA destaca importância do mérito e da excelência na primeira gala Banco do Ano

Bernardo Bunga

16 Agosto, 2026 - 19:07

Bernardo Bunga

16 Agosto, 2026 - 19:07

“Esta gala reveste-se de um significado, ainda mais especial por ocorrer no dia 14 de Agosto, data em que se celebra a tomada da banca, um acontecimento marcante na história da banca e do sistema financeiro angolano no geral.” Foi com estas palavras que Manuel Tiago Dias abriu, na sexta-feira, 14 de Agosto, em Luanda, a primeira edição da Gala do Prémio Anual “Banco do Ano 2026”, promovida pela revista O Telegrama

Na intervenção de abertura, o governador do Banco Central considerou a data uma oportunidade para recordar um momento que classificou como “especial e determinante” para o sistema financeiro angolano, mas também para destacar o percurso de transformação e modernização do sector bancário nas últimas décadas.

Segundo Manuel António Tiago Dias, a celebração constitui, igualmente, uma ocasião para homenagear os profissionais e instituições que contribuíram e continuam a contribuir para a construção de um sistema financeiro “mais sólido, moderno, inclusivo e credível”, ao serviço do desenvolvimento económico do País.

“É igualmente uma ocasião para homenagear todos aqueles que contribuíram e continuam a contribuir para a construção de um sistema financeiro mais sólido, moderno, inclusivo e credível, ao serviço do desenvolvimento económico do nosso país”, afirmou.

O governador do BNA destacou ainda a realização da gala num contexto em que, segundo afirmou, os desafios geopolíticos se tornam “mais complexos”.

Perante este cenário, diz Manuel Tiago Dias, iniciativas como a do O Telegrama assume particular importância por promoverem valores como o mérito, a transparência, a competitividade saudável e a procura permanente pela excelência.

“Iniciativas destas naturezas assumem uma particular importância porquanto promovem o mérito, a transparência, a competitividade saudável e a procura permanente pela excelência”, destacou.

Sublinhou ainda que a importância da iniciativa não se limita ao reconhecimento dos vencedores das diferentes categorias.

A autoridade máxima da política monetária do País entende que a distinção das instituições e dos profissionais deve também servir de incentivo para que o conjunto do sector bancário continue a trabalhar na melhoria dos serviços prestados, no reforço da confiança dos clientes e no aumento da sua contribuição para o desenvolvimento económico e social de Angola.

“Mais do que distinguir vencedores, estes prémios constituem um incentivo para que todo o sector bancário continue empenhado na melhoria da qualidade dos seus serviços, no reforço da confiança dos clientes e no aprofundamento da sua contribuição para o desenvolvimento económico e social do nosso país”, afirmou.

Cinco categorias em destaque

A primeira edição do Prémio Anual “Banco do Ano” contemplou cinco categorias, abrangendo diferentes áreas de desempenho das instituições bancárias e da liderança no sector.

A principal distinção foi a de Banco do Ano, destinada a reconhecer o desempenho de destaque entre as instituições concorrentes.

A categoria Banco Mais Sustentável esteve orientada para o reconhecimento das práticas e iniciativas ligadas à sustentabilidade, enquanto o prémio de Banco Mais Inovador distinguiu a instituição com destaque na inovação.

A gala incluiu, igualmente, a categoria Melhor Banco de Média e Pequena Dimensão e o prémio de CEO do Ano, destinado a reconhecer a liderança de topo no sector bancário.

As cinco categorias colocaram em evidência diferentes dimensões do desempenho das instituições e dos seus responsáveis, num evento que reuniu representantes da banca e de outros segmentos do sistema financeiro angolano.

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Bernardo Bunga

EDITOR DE ECONOMIA & OIL

Bernardo Bunga é Editor de Economia & Oil no O Telegrama e possui mais de 5 anos de experiência em análise económica e planeamento financeiro. Licenciado em Economia pela Universidade Católica de Angola (UCAN), detém, também, o bacharel em Gestão Financeira pela Faculdade de Economia da Universidade Agostinho Neto (UAN). Fez parte da equipa de consultores que prestou consultoria ao Banco Mundial, ao Ministério do Planeamento e ao Ministério das Finanças para a harmonização de salários e subsídios dos projectos da representação em Angola do Banco Mundial. Actuou como consultor na Global Education e na Knowledge – Consultores & Auditores. Possui formações em planeamento e estratégia de tomada de decisão, teoria das restrições – Lean e Six Sigma (TLS), Excel Avançado e Análise de Dados.

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