Finanças & Wall Street

Luís Lélis é o CEO do Ano em 2026

José Praia

16 Agosto, 2026 - 18:33

José Praia

16 Agosto, 2026 - 18:33

Os prémios "Banco do Ano" da revista O Telegrama distinguiram Luís Filipe Rodrigues Lélis como o CEO do Ano em 2026. À frente da gestão operacional do Banco Angolano de Investimentos (BAI) desde 2017, foi sob sua condução que, em 2025, o banco reposicionou a sua solidez no mercado doméstico, ao reportar o maior lucro da história da banca angolana

Entre os concorrentes seleccionados para a fase final do prémio “CEO do Ano”, anunciados na noite do dia 14 de Agosto, além do vencedor, estiveram os presidentes das comissões executivas do Banco de Fomento Angola (BFA), Luís Roberto Gonçalves, e Luís Fialho Teles do Standard Bank Angola (SBA), por sinal os três principais gestores bancários do país e que apresentaram resultados de destaque e lideraram as respectivas instituições na obtenção de resultados históricos.

O júri distinguiu Luís Lélis pela capacidade de conduzir o maior banco do sistema numa agenda simultaneamente orientada para resultados, transformação e modernização.

A liderança foi particularmente reconhecida pela preservação da posição de referência do BAI, pela execução da estratégia de transformação tecnológica, pela expansão dos canais digitais e de agentes bancários e pelo reforço da capacidade de inclusão financeira.

De acordo ainda com os fundamentos que ditaram a escolha do melhor CEO da banca em 2026, a liderança demonstrada de Luís Lélis “conseguiu combinar resultados de curto prazo com investimentos estruturantes para o futuro da instituição.”

“A prioridade passa por continuar a superar os resultados” de 2025

Em declarações à imprensa, Luís Lélis agradeceu aos colaboradores, accionistas, parceiros e clientes do BAI a confiança depositada. O banqueiro afirmou que a instituição continuará a procurar superar os desafios enfrentados, de modo a fazer jus aos prémios conquistados e a alcançar novos reconhecimentos no próximo ano.

O PCE fez saber, ainda, que o BAI trabalha diariamente para prestar o melhor serviço possível e que acompanha as reclamações apresentadas pelos clientes. No primeiro semestre de 2026, segundo revelou, a instituição registou 3 116 reclamações.

Questionado pelo O Telegrama sobre o que o banco tem feito para lidar com o elevado número de reclamações, Lélis respondeu que, pessoalmente, procura responder a cada uma das reclamações que lhe chegam, sublinhando que o objectivo do BAI é fazer com que os clientes se orgulhem dos serviços prestados pela instituição.

“Não somos perfeitos, mas todos os dias procuramos a perfeição. Queremos agradecer aos nossos colaboradores e, acima de tudo, aos nossos accionistas, parceiros e clientes pela confiança que têm no Banco Angolano de Investimentos”, destacou o gestor.

Questionado sobre os próximos desafios do BAI, Luís Lélis frisou que a prioridade passa por continuar a superar os resultados alcançados. Segundo o gestor, 2025 foi um ano positivo e a equipa do banco está empenhada em manter essa trajectória.

“Tenho o compromisso de que a equipa do BAI e os seus principais stakeholders vão continuar a trabalhar para fazer por merecer e, quem sabe, no próximo ano recebermos outros prémios.”

Na sua fundamentação, o Comité de Análise Independente distinguiu Luís Lélis pela capacidade de conduzir o maior banco do sistema numa agenda simultaneamente orientada para resultados, transformação e modernização.

“A liderança foi particularmente reconhecida pela preservação da posição de referência do BAI, pela execução da estratégia de transformação tecnológica, pela expansão dos canais digitais e de agentes bancários e pelo reforço da capacidade de inclusão financeira”.

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