O resultado superou em 2,77% a produção média diária prevista de 1 017 198 barris. No período em análise, a quota-parte do Estado angolano totalizou 13,62 milhões de barris, correspondente a uma média diária de 453 980 barris.
Quando comparado ao período homólogo, a produção petrolífera sofreu uma contracção de 1,30% em Setembro de 2026, face aos 1 059 197 barris por dia (BOPD) contabilizados no mesmo mês de 2025. Em termos mensais, porém, verificou-se uma recuperação de 3,95% em relação a Agosto, quando a produção média diária se fixou em 1 005 665 barris.
De acordo com os dados, a produção de gás natural atingiu 2 795 milhões de pés cúbicos por dia (MMSCFD), em Setembro de 2026, ficando 32,28% acima da previsão de 2 113 MMSCFD. Apesar do desempenho superior ao esperado, a produção registou uma redução homóloga de 0,25%, face aos 2 802 MMSCFD registados em Setembro de 2025. Em comparação com Agosto deste ano, verificou-se, contudo, um aumento de 17,04%, relativamente aos 2 388 MMSCFD registados no mês anterior.
No mesmo período, a queima de gás natural fixou-se em 168 MMSCFD, abaixo dos 226 MMSCFD inicialmente previstos.
Por sua vez, a fábrica Angola LNG (ALNG) registou uma produção total de 4 694 170 barris equivalentes de petróleo (BOE), correspondente a uma média diária de 156 472 BOEPD, com uma eficiência operacional de 94,02%. A produção incluiu 134 680 BOEPD de gás natural liquefeito (LNG), 6 890 BOEPD de butano, 9 679 BOEPD de propano e 5 224 BOEPD de condensados.
Em relação à participação na produção petrolífera por blocos, o destaque recai para o Bloco 17, operado pela Total Energies, na província do Zaire, que liderou a produção em 28,68%, com uma média de 299 853 barris de petróleo por dia (BOPD), seguido do Bloco 15, com 167 595 BOPD (16,03%), e do Bloco 15/06, com 151 160 BOPD (14,46%).
O Bloco 0 produziu 124 054 BOPD, enquanto o Bloco 32 registou 109 484 BOPD. Já os blocos 18, 14 e 31 apresentaram produções de 48 040, 31 810 e 39 938 BOPD, respectivamente.