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O FIN Summit, além dos números…

Alice da Silva

3 Novembro, 2026 - 00:40

Alice da Silva

3 Novembro, 2026 - 00:40

O evento de literacia financeira reuniu quase 3 mil participantes e mais de 40 palestrantes — incluindo nomes como Pedro Pitta Groz, Maria Uini Baptista, Filomena Manjata, Teodoro Fernandes, Álvaro Fernão, Vencislau Andrade, Diandra Vaal Neto, Odair Costa, além dos ministros Rui Minguês e Márcio Daniel — para debater economia, financiamento, seguros, crédito, marketing, investimento, mobilidade, liderança e a sucessão patrimonial

Euclides Francisco, fundador do Fin Summit, consultor para investimentos e gestor patrimonial, avançou à imprensa que a 4ª edição do maior evento de literacia financeira de Angola contou com a participação de 2 850 pessoas, nos dois dias, distribuídas em três salas, em simultâneo, além das 10 000 pessoas que acompanharam online.

No segundo e último dia do evento, 01 de Novembro, Euclides partilhou, à margem do evento, que o Fin Summit conseguiu entregar painéis que estão directamente ligados à economia nacional.

“Olhamos para a produção nacional como prioridade, ao financiamento pelas empresas locais e, acima de tudo, pelos investidores angolanos, por meio da estruturação de produtos dentro da Bolsa de Dívidas e Valores de Angola (BODIVA)”, disse o fundador do Fin Summit, acrescentando que o evento contou com a presença de “instituições de garantia de crédito para que elas pudessem servir de suporte para quando os bancos angolanos não consigam financiar”.

Entre as novidades da 4ª edição esteve a categoria do palco da produção nacional, em que, no primeiro dia, ganhou a empresa Grupo Naval com o produto nacional do ano, o óleo Boa Vista. Ganhou, também, o Grupo Carrinho como cadeia produtiva. Ganhou, ainda, o prémio de substituição das importações o Grupo Grandes Moagens.

“Estamos, também, associados às grandes empresas, mas, acima de tudo, ao ecossistema de empresas e empreendedores que querem começar e fazer por Angola”, explicou Euclides Francisco.

Na visão do promotor do evento, considerado pela revista O Telegrama como um dos jovens líderes do futuro, o nosso país vai ser feito por angolanos, mas, para ser feito por angolanos, precisa de ser financiado por angolanos também.

“É importante que existam condições para que nós, indivíduos, participemos activamente do crescimento das empresas nacionais. Então, que a bolsa de valores, que o mercado de capitais como um todo, que as empresas e, acima de tudo, os cidadãos, busquem cada vez mais conhecimento sobre Angola e o que se faz em Angola”.

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+ LIdas

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