Na primeira edição d prémio anual banca angolana, o Banco Angolano de Investimento (BAI) conquistou dois prémios. A instituição bancária venceu o prémio de “Banco do Ano” e o de “Banco Mais Inovador”. As categorias reconheceram o desempenho consistente do banco ao nível da rentabilidade e a sua capacidade de transformar tecnologia, produtos, processos e canais em soluções concretas para os clientes.
Entre os três finalistas da categoria “Banco do Ano”, estiveram, igualmente, o Banco Angolano de Investimentos (BAI), Banco Fomento Angola (BFA) e o Standard Bank Angola (SBA). Já na categoria de “Banco Mais Inovador”, foram finalistas o Banco de Fomento Angola (BFA), o Banco Millennium Atlântico e o próprio BAI, que acabaria por vencer.
Na sua fundamentação, o corpo de jurados reconheceu no maior banco comercial em activo não apenas a robustez dos resultados financeiros, como o facto de, em 2025, ter atingido o lucro mais elevado da história da banca angolana, para de a entidade bancária ter demonstrado uma visão de transformação estrutural da banca angolana.
“O Júri distinguiu o BAI pela combinação, particularmente consistente entre liderança de mercado, desempenho financeiro, robustez patrimonial, capacidade de inovação e transformação tecnológica”, lê-se no relatório de fundamentação do Júri, acrescentando que “foi especialmente valorizada a capacidade do banco de transformar escala em impacto, através da expansão dos canais digitais, do desenvolvimento da banca de agentes, da modernização dos sistemas de informação e do reforço da inclusão financeira”, justificou o Comité.
Banco Mais Inovador

A inovação, tida, hoje, como uma das principais forças de transformação da banca, foi outra categoria arrebatada pelo BAI, tendo sido reconhecido como a instituição que mais se destacou pela capacidade de transformar tecnologia, produtos, processos e canais em soluções concretas para os seus clientes.
“O Júri reconheceu no BAI uma inovação que ultrapassa o lançamento de produtos ou canais isolados, demonstrando uma transformação tecnológica de escala, com forte utilização dos canais digitais, expansão da banca de agentes, desenvolvimento de soluções digitais e investimento continuado na modernização dos sistemas de informação”, ressaltou.
Outrossim, o Comité de Análise Independente considerou, sobretudo, a capacidade de o banco transformar tecnologia em utilização efectiva, maior acessibilidade e novos modelos de relacionamento com os clientes que determinou a escolha do Júri.
O prémio de “Banco do Ano 2026” foi entregue pelo Governador do Banco Nacional de Angola, Manuel Tiago Dias, e de Banco Mais Inovador coube ao Administrador Executivo da Comissão do Mercado de Capitais (CMC), Vasco Januário.