O lucro líquido do Banco de Negócios e Indústria (BNI) caiu 38,05%, ao passar de AOA 1,44 mil milhões (US$ 1,58 milhões), em 31 de Março de 2025, para os actuais AOA 890,24 milhões (US$ 976 mil), obtidos no primeiro trimestre de 2026.
O activo trilhou um caminho inverso, ao registar um crescimento de 7,88%, fixando-se em AOA 577,28 mil milhões (US$ 1,35 mil milhões) nos primeiros três meses de 2026, contra os AOA 535,11 mil milhões (US$ 586,74 milhões) registados no mesmo período de 2025.
Entre as rubricas do activo, os investimentos em carteira de títulos e valores mobiliários valorizaram 5,98%, para AOA 117,84 mil milhões (US$ 129,19 milhões) no IT26, em comparação com os AOA 111,19 mil milhões (US$ 121,92 milhões) apurados no IT25. Esta rubrica pesou 20,41% no activo total. Entretanto, o investimento em carteira de crédito a clientes também cresceu, ao avançar 21,78%, para AOA 179,59 mil milhões (US$ 196,89 milhões) no período em análise. A carteira de crédito a clientes representou a maior fatia do activo, com um peso de 31,11%.
No que diz respeito ao passivo, o banco liderado pelo banqueiro Mário Abílio Moreira Palhares reduziu ligeiramente as dívidas com terceiros em 1,94%, para AOA 469,63 mil milhões (US$ 514,87 milhões), abaixo dos AOA 478,90 mil milhões (US$ 525,11 milhões) registados no IT25. Os recursos de clientes continuam a ser a componente com maior peso na estrutura do passivo, representando 95,43% do total, ao atingirem AOA 448,15 mil milhões (US$ 491,32 milhões).
Por outro lado, os detentores do capital social do BNI reforçaram os fundos próprios em 94,92%, para AOA 106,76 mil milhões (US$ 117,04 milhões), em comparação com os AOA 54,77 mil milhões (US$ 60,06 milhões) registados nos primeiros 90 dias de 2025.