Apesar da queda no lucro, as principais rubricas apresentaram uma tendência de crescimento. O activo, por exemplo, aumentou 16,74%, ao sair de AOA 155,91 mil milhões (US$ 170,97 milhões) no segundo trimestre de 2025 para AOA 182,02 mil milhões (US$ 199,44 milhões) no segundo trimestre do corrente ano.
O principal motor da expansão do activo foi a carteira de títulos e valores mobiliários, que representou 52,37% do total dos activos do banco. No final do período em análise, esta rubrica ascendeu a AOA 95,33 mil milhões (US$ 104,45 milhões), representando um crescimento homólogo de 36,55%.
A segunda maior componente do activo foi a rubrica de caixa e disponibilidades, que representou 17,35% do total. No final do segundo trimestre do corrente ano, o seu saldo situa-se a AOA 31,58 mil milhões (US$ 34,60 milhões), traduzindo um crescimento anual de 17,41%.
Em sentido inverso, esteve a carteira de crédito, que viu o valor reduzir ligeiramente em 2,81%. Ficando avaliada em AOA 25,01 mil milhões no 2T26 contra os AOA 25,73 mil milhões (US$ 28,21 milhões) calculados no mesmo período de 2024.
Do lado do passivo, a instituição financeira bancária registou um crescimento homólogo de 17,64%, ao sair de AOA 105,99 mil milhões (US$ 116,23 milhões) nos primeiros seis (6) meses do ano passado para AOA 124,69 mil milhões (US$ 136,63 milhões) em Junho deste ano. A expansão foi impulsionada, particularmente, pelo reforço dos recursos de clientes, que cresceram 24,69% face ao período homólogo, atingindo AOA 112,79 mil milhões (US$ 123,58 milhões). Esta rubrica manteve-se como a principal fonte de financiamento do banco, ao representar 90,45% do passivo total.
Quanto aos fundos próprios, estes cresceram 18,90% face ao período homólogo, passando de AOA 44,40 mil milhões (US$ 48,68 milhões), em Junho de 2025, para AOA 52,79 mil milhões (US$ 57,84 milhões), no mesmo período de 2026.