O director do O Telegrama, Nelson Francisco Sul, entidade promotora do evento, reflectiu sobre o reconhecimento de que muitos bancos angolanos têm sido alvos por parte de instituições internacionais, realçando que esses prémios têm o seu valor e relevância, porém entende ter chegado o momento de Angola criar os próprios mecanismos de reconhecimento interno com critérios alinhados ao mercado angolano, às prioridades económicas e ao impacto concreto das instituições na vida dos cidadãos
Foi desta visão que nasceu os Prémios Banco do Ano, cuja distinção de Melhor Banco de Média e Pequena Dimensão foi atribuída pelo Banco de Comércio e Indústria (BCI).
Entre os finalistas da referida categoria estiveram, além do BCI, o Banco de Crédito do Sul (BCS) e o Banco Comercial Angolano (BCA).
O Júri distinguiu o BCI pela evolução apresentada no exercício de 2025, associada à combinação entre recuperação financeira, crescimento, rentabilidade, reforço patrimonial e capacidade de intermediação.
Foi, igualmente, valorizado o posicionamento do banco no financiamento à economia real, particularmente junto das famílias, empresas e do sector produtivo.
O BCI demonstrou capacidade de transformar a sua trajectória de recuperação numa plataforma de crescimento e de maior contribuição para a economia angolana.
O prémio de Melhor Banco de Média e Pequena Dimensão conquistado pelo BCI foi entregue pelo Administrador Executivo da Agência Angolana de Regulação e Supervisão de Seguros (ARSEG), Aldemiro Gonçalves.