De acordo com o balancete referente ao segundo trimestre de 2026, o Resultado Líquido reportado pela gestão de Renato Borges cifrou-se em AOA 32,81 mil milhões (US$ 35,95 milhões), traduzindo-se num crescimento absoluto de AOA 12,81 mil milhões (US$ 14,04 milhões), face aos AOA 19,99 mil milhões (US$ 21,93 milhões) registados no igual período de 2025.
A trajectória de crescimento foi, igualmente, observada no activo do banco, que cresceu 43,81%, para AOA 1,20 bilião (US$ 1,32 mil milhões) nos primeiros 180 dias de 2026 contra os AOA 837,50 mil milhões (US$ 918,36 milhões) do período homólogo.
Este crescimento foi influenciado, sobretudo, pelos Títulos e Valores Mobiliários, que registaram o maior montante entre os activos. A carteira cresceu 107,07%, para AOA 390,69 mil milhões (US$ 428,13 milhões) em 30 de Junho de 2026, contra os AOA 188,68 mil milhões (US$ 206,89 milhões) registados no mesmo período de 2025. A rubrica representou 32,44% da estrutura do activo.
O crédito a clientes, outro dos principais segmentos de actividade do BCI, também registou uma evolução positiva, ao crescer 30,97%, passando de AOA 287,21 mil milhões (US$ 314,94 milhões), no 2T25, para AOA 376,69 mil milhões (US$ 412,20 milhões), no 2T26. Esta rubrica representou 31,23% do total do activo.
Por sua vez, o passivo aumentou 45,10%, para AOA 1,03 bilião (US$ 1,13 mil milhões), face aos AOA 708,27 mil milhões (US$ 776,65 milhões) registados nos primeiros seis meses de 2025.
Nesta rubrica, os recursos de clientes e outros empréstimos cresceram 78,87%, para AOA 902,93 mil milhões (US$ 989,44 milhões), representando a maior parcela do passivo, com um peso de 87,86%.
Entretanto, os fundos próprios, também designados por recursos dos accionistas, cifraram-se em AOA 143,89 mil milhões (US$ 157,67 milhões) em 30 de Junho de 2026, reflectindo um crescimento de 31,72% face aos AOA 109,24 mil milhões (US$ 119,79 milhões) registados em 30 de Junho de 2025.