A participação da empresa neste importante fórum financeiro africano enquadra-se na sua estratégia de mobilização de capitais para investimentos na produção agrícola, transformação industrial, logística e comercialização de produtos alimentares, com especial enfoque no fortalecimento das cadeias de valor agrícolas e na promoção do desenvolvimento económico das comunidades rurais.
O Presidente do Conselho de Direção da Food Life Angola, Osvaldo João, considera produtiva a participação da empresa no evento, tendo destacado os contactos estabelecidos com representantes de bancos comerciais nacionais e internacionais, bem como de instituições financeiras de desenvolvimento, nomeadamente a International Finance Corporation (IFC), instituição do Grupo Banco Mundial, e a Africa Finance Corporation (AFC), instituição financeira multilateral africana especializada no financiamento de infraestruturas e desenvolvimento industrial.
Segundo o responsável, os encontros permitiram apresentar o portfólio de projectos estruturantes da Food Life Angola, concebidos para impulsionar a produção e transformação de alimentos, estimular o investimento privado no sector agrícola e criar oportunidades económicas sustentáveis nas províncias do Leste do país. “A nossa participação na África Financial Summit está a ser bastante produtiva. Tivemos a oportunidade de apresentar os nossos projectos a importantes instituições financeiras nacionais e internacionais e discutir possíveis mecanismos de financiamento para acelerar a sua implementação”, ressalta.
E acrescenta: “Acreditamos que o desenvolvimento da agroindústria no Leste de Angola representa uma oportunidade estratégica de investimento, com elevado potencial de impacto económico e social”.
A agricultura familiar no centro da estratégia de desenvolvimento, um dos principais pilares dos projectos apresentados pela Food Life Angola, é a integração dos agricultores familiares nas cadeias formais de produção, transformação e comercialização agrícola.
A empresa pretende desenvolver um modelo agro-industrial inclusivo, no qual as unidades industriais funcionem como centros de absorção da produção agrícola local, assegurando oportunidades de comercialização aos pequenos produtores e contribuindo para o aumento dos seus rendimentos. Este modelo prevê, igualmente, o fortalecimento da capacidade produtiva das comunidades rurais, através da promoção do acesso a insumos agrícolas, serviços de mecanização, assistência técnica e mercados estruturados.