De acordo com as demonstrações financeiras, o lucro do banco saiu de AOA 11,58 mil milhões (US$ 12,70 milhões), no segundo trimestre de 2025, para os actuais AOA 15,50 mil milhões (US$ 16,98 milhões).
O activo da entidade apresentou, igualmente, uma trajectória ascendente, fechando em AOA 573,43 mil milhões (US$ 628,36 milhões), alta de 11,85% em relação ao 2T25. Contribuiu para essa trajectória a Carteira de Títulos e Valores Mobiliários que, apesar de conhecer uma queda de 33,76% em relação ao período homólogo, atingiu os AOA 203,54 mil milhões (US$223,04 milhões) no segundo trimestre de 2026, uma contribuição de 35,49% no valor total do activo.
A segunda componente que mais pesou sobre o activo foi a rubrica Outros Activos que viu o seu valor ascender consideravelmente em 793,41%. Se, no segundo trimestre do ano transacto, estava calculado em AOA 15,02 mil milhões (US$ 16,47 milhões), os números actuais contabilizaram AOA 134,18 mil milhões (147,04 milhões), contribuindo com 23,40% no valor total do activo.
Relativamente ao passivo, este aumentou 9,72%, estando avaliado em AOA 483,46 mil milhões (US$ 529,77 milhões) contra os anteriores AOA 440,61 mil milhões (US$ 483,15 milhões) registados no segundo trimestre de 2025.
Os Recursos de Clientes foram responsáveis por 91,20% do valor do passivo, calculado em AOA 440,91 mil milhões (US$ 483,15 milhões), tendo registado um crescimento de 24,44% em relação ao período homólogo.
Os fundos próprios apresentaram um crescimento de 23,15%, saindo de AOA 60,48 mil milhões (US$ 66,32 milhões), no segundo trimestre de 2025, para AOA 74,48 mil milhões (US$ 81,61 milhões), no segundo trimestre de 2026.