Ao sair de AOA 3,78 mil milhões (US$ 4,14 milhões), em 31 de Março de 2025, para os actuais AOA 4,35 mil milhões (US$ 4,77 milhões), em 31 de Março de 2026, o BIR registou um desempenho superior na ordem dos 15,23%.
No mesmo período, o seu activo total fixou-se em AOA 344,83 mil milhões (US$ 378,05 milhões), reflectindo uma subida de 32% face aos AOA 261,23 mil milhões (US$ 286,44 milhões) registados no período homólogo de 2025.
Entre as componentes do activo, a carteira de títulos e valores mobiliários cifrou-se em AOA 152,41 mil milhões (US$ 167,09 milhões) no I Trimestre de 2026, acima dos AOA 95,69 mil milhões (US$ 104,93 milhões) alcançados no mesmo período de 2025, o que representou um crescimento de 59,26%. Esta rubrica posicionou-se como a principal componente da estrutura patrimonial do banco e a que mais cresceu, contribuindo com um peso de 44,20% sobre o total do activo.
Em linha com o desempenho positivo, o crédito concedido a clientes cresceu 3,74%, passando de AOA 62,81 mil milhões (US$ 68,88 milhões), nos primeiros 90 dias do ano passado, para os actuais AOA 65,16 mil milhões (US$ 71,44 milhões), nos primeiros três meses de 2026. Esta rubrica, uma das principais actividades do core business do banco, contribuiu com 18,90% sobre o total do activo.
Por outro lado, o passivo aumentou 38,78%, ao fixar-se em AOA 268,35 mil milhões (US$ 294,20 milhões), registados em 31 de Março deste ano, quando comparado com os AOA 193,36 mil milhões (US$ 212,02 milhões) calculados em 31 de Março de 2025.
No passivo, os recursos de clientes também registaram crescimento, ao totalizarem AOA 225,83 mil milhões (US$ 247,58 milhões) no IT26, representando um incremento de 30,71%. Os depósitos de clientes, recursos captados junto dos depositantes, representaram um peso robusto de 84,15% sobre o total do passivo.
Uma nota positiva foi igualmente observada na componente dos fundos próprios, com os accionistas a decidirem aumentar 12,54%, somando agora AOA 72,13 mil milhões (US$ 79,08 milhões).
