Finanças & Wall Street

BFA CM volta a reunir o mercado para discutir o futuro económico de Angola até 2030

José Praia

21 Outubro, 2026 - 06:42

José Praia

21 Outubro, 2026 - 06:42

De acordo com o comunicado da BFA Capital Markets, a conferência, subordinada ao tema «Agenda 2030: Investimento, Inovação e Crescimento», surge num momento particularmente relevante para o sector financeiro angolano.

O mercado de capitais angolano volta a estar no centro do debate económico nacional com a realização da III edição da Conferência BFA Capital Markets, marcada para amanhã, dia 22 de Outubro. O investimento, a experiência do investidor e o financiamento são alguns dos temas centrais do encontro.

O mercado de capitais tem vindo a ganhar profundidade, impulsionado pelo crescimento das oportunidades de investimento, pelo desenvolvimento de novos instrumentos financeiros e pela participação cada vez mais diversificada de investidores e empresas.

Ao longo do dia, reguladores, investidores institucionais e particulares, operadores do mercado, empresas e outros intervenientes vão debater alguns dos principais temas que marcam a evolução do mercado de capitais em Angola.

Entre os assuntos em destaque estarão o acesso ao investimento, a experiência do investidor, o financiamento através do mercado de capitais, a sustentabilidade e o papel das instituições na consolidação deste segmento do sistema financeiro.

A conferência abordará igualmente os desafios e as oportunidades que se colocam às empresas e aos investidores num mercado em transformação, num contexto em que o mercado de capitais assume uma importância crescente no financiamento da economia e na diversificação das alternativas de investimento.

Outro dos momentos previstos será dedicado à democratização do investimento, com uma discussão sobre o impacto da tecnologia, o acesso ao mercado e a experiência do investidor na aproximação do mercado de capitais a um público mais amplo.

«Mais do que uma conferência sobre o mercado de capitais, o encontro coloca em discussão uma questão mais ampla: que mercado financeiro precisa Angola de construir para sustentar o crescimento da próxima década?», lê-se no documento.

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+ LIdas

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