De 01 de Janeiro a 31 de Dezembro do ano em curso, a Bolsa de Dívida e Valores de Angola facturou um lucro de AOA 4,27 mil milhões (US$ 4,68 milhões), traduzindo um aumento expressivo de 430,26%, em relação aos AOA 804,88 milhões (US$ 882,55 mil) conseguidos em igual período de 2025.
Nos primeiros 90 dias de 2026, a instituição prestadora de serviços financeiros e gestora do Mercado de Capitais Angolano, liderado operacionalmente por Cristina Dias Lourenço, apresentou um activo avaliado em AOA 17,12 mil milhões (US$ 18,77 milhões), uma alta de 51,47% contra os AOA 11,30 mil milhões (US$ 12,39 milhões) avaliados no período homólogo de 2025.
Entre as componentes do activo, a disponibilidade, ou seja, meios monetários de liquidez imediato, situou-se em AOA 10,48 mil milhões (US$ 11,49 milhões) no I Trimestre de 2026, superior aos AOA 7,74 mil milhões (US$ 8,01 milhões) obtidos no mesmo período anterior, e representou um crescimento de 35,48%. Esta rubrica posicionou-se como a principal componente da estrutura patrimonial do banco e a que mais contribuiu, representando um peso de 61,23% sobre o total do activo.
Acompanha o desempenho positivo, as contas a receber a terceiros que valorizou de forma robusta, saindo de AOA 1,40 mil milhões (US$ 1,54 milhões), nos primeiros 90 dias de 2025, para os actuais AOA 4,49 mil milhões (US$ 4,93 milhões), uma alta de 220,12%. Esta rubrica, uma das principais actividades da BODIVA, contribuiu com 26,27% sobre o total do activo.
Entretanto, o passivo subiu 49,70% para AOA 4,78 mil milhões (US$ 5,24 milhões), quando, no período homólogo, esteve calculado em AOA 3,19 mil milhões (US$ 3,49 milhões).
Os fundos próprios cresceram 10,51%, saindo de AOA 7,31 mil milhões (US$ 8,01 milhões) para AOA 8,07 mil milhões (US$ 8,85 milhões).
